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	<title>Arquivo de Neurologia - Neurologista Dr.Henrique Cal</title>
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	<title>Arquivo de Neurologia - Neurologista Dr.Henrique Cal</title>
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		<title>&#8220;Não estou doente, tenho uma doença&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 18:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2>Ana Beatriz Nogueira &#8211; Esclerose Múltipla</h2>
<p>A atriz deu um depoimento sobre como descobriu a doença, as suas reações e o impacto em sua carreira.</p>
<p>Abaixo transcrevo um trecho publicado no site globo.com.</p>
<p>&#8220;Ana Beatriz Nogueira construiu um pequeno palco em seu apartamento, na Gávea. É lá que transcorrem as leituras da peça “Mordidas”, versão de Miguel Falabella de um texto do argentino Gonzalo Demaría. A partir de abril, a atriz dividirá a cena com Zélia Duncan, Regina Braga e Luciana Braga. Essa atividade intensa quase diária só é interrompida pela agenda de gravações da próxima temporada de “Malhação”. É uma participação, porque a partir de junho, a atriz começará a preparação para a novela das 21h de Aguinaldo Silva (“com quem sempre sonhei trabalhar&#8221;). Tanta energia é extraída de uma adoração profunda pela profissão que exerce há 32 anos. Com motivos: ela lhe trouxe grandes alegrias desde cedo, uma delas, o Urso de Prata no Festival de Cinema de Berlim, pelo filme “Vera”, conquistado aos 20 anos. Mas a disposição não vem apenas disso: o amor pela arte se soma a uma disciplina férrea. Ela é imprescindível para manter sob controle a esclerose múltipla em sua forma surto-remissão, diagnosticada em 2009, quando Ana Beatriz fazia “Caminho das Índias”.</p>
<p>— A arte me salva todos os dias. Já me salvava antes, agora, mais ainda — afirma.</p>
<p>O primeiro surto aconteceu em janeiro de 2009. Ela estava em casa, vendo um filme na madrugada, quando sentiu a visão duplicar.</p>
<p>— Achei que a legenda da televisão estava ruim. Mas, no dia seguinte, não tinha melhorado e procurei o médico. Ele disse que isso se chama “diplopia” e poderia ter inúmeras causas. Concluiu que era o efeito colateral de um remédio para dormir que eu estava tomando. Me tranquilizou e garantiu que passaria com a suspensão do medicamento.</p>
<p>Dias depois, na festa do lançamento da novela de Gloria Perez no Parque Lage, Ana Beatriz precisou da ajuda de Tony Ramos e da mulher dele, Lidiane, para subir as escadas e chegar ao salão do palacete:</p>
<p>— Lá dentro, pedi à Silvinha (Buarque) para me levar até um canto. Acabei num grupinho em que estava Leda Nagle acompanhada de dois oftalmologistas, olha a ironia. Conversamos o tempo inteiro. Passados uns 15 dias, minha visão acabou voltando ao normal e atribuí o episódio às razões que o médico tinha apontado.</p>
<p>Só que, mais adiante, quando “Caminho das Índias” já estava no meio, veio o segundo surto. Ela se recorda de uma cena com Antonio Calloni, seu marido na novela. Ela teria que atravessar o estúdio e levar uma garrafa de champanhe até Vera Fischer, que aguardava parada do lado oposto.</p>
<p>— Eu estava vendo duplo e embaçado. Pedi ao Calloni para me dizer de que lado estava a Vera: eu via duas Veras. Ele sinalizou, tirei uma reta e fui.</p>
<p>De novo, procurou ajuda especializada. Fez uma ressonância magnética e um exame de líquor, um procedimento recomendado para o diagnóstico de doenças neurológicas. Passou três dias no hospital em pulsoterapia (recebendo altas doses de cortisona por via venosa). O exame deu positivo para esclerose múltipla, mas o médico insistiu que era “um falso positivo”. Depois, passou por “300 exames” de vista e nada foi concluído. Dias mais tarde, os sintomas sumiram. Só em novembro, quando veio o terceiro surto, atendida por outra neurologista, soube de fato a causa daquilo tudo.</p>
<p>— Todos os três (e únicos) surtos que tive foram visuais. O último se mostrou o mais angustiante: eu realmente não enxergava nada. Mas, àquela altura, ainda bem, tinha encontrado uma médica que fez o diagnóstico definitivo.</p>
<p>De início, veio o choque:</p>
<p>— Achei que era o fim. Como atriz, meu corpo é meu instrumento de trabalho, meu tudo, dependo da minha visão, da audição, das funções cognitivas. O trabalho é minha festa, minha fonte de renda, minha alegria, minha beleza. Partimos para o tratamento. Fiquei dois meses de cama, me senti debilitada. Sabe quando “somem os tapetes vermelhos”, que são aqueles sonhos bonitos que você tem quando está quase adormecendo? Foi assim que aconteceu.</p>
<p>O prognóstico, representou, por outro lado, um alívio:</p>
<p>— A médica também me disse: ‘Você tem esclerose múltipla, uma doença autoimune que não tem cura e pode ser incapacitante. Mas a sua é na forma branda, o prognóstico é muito bom e você pode controlar isso e morrer de tijolada!’.</p>
<p>Por tudo isso, decidiu: “vou sair dessa cama!”. A reação veio em forma de um monólogo, “Tudo o que eu queria te dizer”, um texto de Martha Medeiros em que foi dirigida por Victor Garcia Peralta (com quem está reeditando a parceria agora, em “Mordidas”).</p>
<p>— Quando eu vi, já estava fazendo. De lá para cá, nunca trabalhei tanto na vida.</p>
<p>Amigos próximos — entre os quais, Patricia Pillar, Denise Bandeira, Zélia Duncan, Malu Mader e Luiz Henrique Nogueira — aprenderam a aplicar a injeção de imunomodulador de que ela precisa para nunca mais ter surtos (“A gente treinava dando agulhada em laranjas”, ri). A medicação e a obrigação de fazer ginástica (“detesto, mas me esforço”), o calor às vezes excessivo (“contorno usando uma pedrinha de gelo nos pulsos e no pescoço”) e a fadiga são as únicas alterações na rotina. No mais, ela é igual à de qualquer profissional no auge da carreira. A decisão de tornar pública sua condição é fruto de um processo. Durante anos, temeu o preconceito. Só o círculo restrito de amigos, o irmão Gustavo, uma tia, Helô, e Carlos Henrique Schroder (diretor geral da Globo) e Monica Albuquerque (responsável pelo Departamento de Desenvolvimento Artístico na emissora) sabiam e a apoiavam. Agora, com a doença sob controle, concluiu que poderia ajudar a “combater a ignorância, o maior perigo de todos”. Pretende abrir um espaço na internet para tratar do assunto (“não para dar conselhos que só um médico tem autoridade para dar. Será uma troca de experiências”). É algo que fez falta a ela enquanto manteve a doença em sigilo:</p>
<p>— O segredo é pesado. A gente vai digerindo, entendendo e resolvendo os fantasminhas. Minha decisão de falar foi motivada por amigos, por terapia e pelo desejo de tornar essa estrada mais fácil para quem tiver que passar por ela. Não estou doente, tenho uma doença. Gosto de ver a esclerose múltipla como uma característica. Muita gente tem medo de falar, com receio de virar “café com leite” na vida. Mas quem controla a vida?&#8221;</div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div><span style="font-color: black; font-size: 24px;"><a href="https://www.drhenriquecal.com/esclerose-multipla/"><strong>Clique aqui e leia meu artigo complementar sobre a Esclerose Múltipla</strong></a><br />
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				<div class="et_pb_text_inner">Fonte: <a target="_blank" href="http://kogut.oglobo.globo.com/noticias-da-tv/noticia/2018/02/portadora-de-esclerose-multipla-ha-nove-anos-ana-beatriz-nogueira-decide-romper-o-segredo-para-combater-o-preconceito.html" rel="noopener noreferrer">http://kogut.oglobo.globo.com/noticias-da-tv/noticia/2018/02/portadora-de-esclerose-multipla-ha-nove-anos-ana-beatriz-nogueira-decide-romper-o-segredo-para-combater-o-preconceito.html</a></div>
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		<title>Esteja por dentro dos últimos avanços  para a saúde neurológica</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/ultimos-avancos-para-a-saude-neurologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 19:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente Vascular Cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[avanços.neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
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		<category><![CDATA[Esclerose Lateral Amiotrófica]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="font-weight: 400;">O último ano foi produtivo para diversas áreas da Neurologia. Aqui resumimos os destaques, numa linguagem fácil de compreender.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><u>AVC (Acidente Vascular Cerebral, “derrame”):</u></strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Uma nova pesquisa apontou para benefícios em se realizar a trombectomia para os AVCs agudos até 24h. Este tipo de “cateterismo” aplicado na área de oclusão de um grande vaso cerebral é feito, atualmente, apenas para pacientes que conseguem chegar a um hospital e confirmar o diagnóstico em poucas horas após o início dos sintomas. No entanto, se os dados deste estudo forem confirmados em próximas pesquisas, esta técnica de tratamento poderá beneficiar muito mais pessoas, evitando sequelas do AVC.</p>
<p style="font-weight: 400;">Outra novidade é sobre o polêmico tema do forame oval patente (FOP), um pequeno orifício que algumas pessoas possuem no coração e que poderia predispor ao AVC. Até recentemente, não havia clareza sobre o real benefício do procedimento para fechar os FOPs. Todavia, três grandes pesquisas internacionais publicadas este ano apontam para maiores evidências científicas a favor desta abordagem.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><u>DOENÇA DE ALZHEIMER:</u></strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Uma metanálise (revisão de diversas pesquisas) sobre a Doença de Alzheimer sugeriu que a associação das medicações donepezila e memantina pode ser mais eficaz para sintomas cognitivos (perda de memória) e comportamentais (depressão, apatia etc), mas seu uso deve ser avaliado caso a caso.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><u>SONO:</u></strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Na medicina do sono, um estudo americano acompanhou mais de 1.700 pacientes e mostrou relação inversa entre o tempo de sono e o risco de morte por infarto do coração e AVC, além de problemas de memória e depressão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Todavia, quando falamos de sono, não é só a quantidade de sono que tem importância: a qualidade do sono também é essencial. Por exemplo, sonolência diurna em excesso pode ser sinal de algum distúrbio de sono à noite. Neste sentido, a apnéia do sono pode levar à piora na qualidade do sono, ainda que não se perceba. Um estudo aplicou testes neuropsicológicos em mais de 1.000 pessoas e revelou que a gravidade da apneia associou-se ao aumento do risco de quadros demenciais.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><u>DOENÇAS DOS NERVOS E DOS MÚSCULOS:</u></strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Este ano tivemos ainda um ensaio clínico japonês para a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença ainda difícil de tratar, que causa dramática perda progressiva dos movimentos e leva ao óbito em 3 a 5 anos, na média. Este estudo avaliou o medicamento edaravona que trouxe alguma melhora após 6 meses de uso.</p>
<p style="font-weight: 400;">A pregabalina, remédio usado para dor ciática, teve sua eficácia questionada numa pesquisa que a comparou com o placebo, o que demanda maior rigor na escolha de tratamentos para este tipo de dor nas pernas.</p>
<p style="font-weight: 400;">No Brasil, a ANVISA liberou a medicação nusinersen para Atrofia Muscular Espinhal (AME). Esta patologia genética degenerativa gera fraqueza e atrofia dos músculos, afetando até a respiração. O novo remédio foi associado a melhora dos movimentos e menos necessidades de aparelhos respiratórios.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><u>ESCLEROSE MÚLTIPLA (EM):</u></strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Por fim, também tivemos avanços na neuroimunologia. A EM é a segunda causa de incapacidade neurológica em jovens e gera sintomas diversos, como formigamentos, alterações visuais e desequilíbrio.O exame do líquor (punção lombar) será formalmente incluído como um dos itens a serem usados no diagnóstico da EM. Felizmente, o SUS incorporou novas medicações para esta doença e o FDA americano (US Food and Drug Administration) aprovou o ocrelizumab para as formas progressivas (mais grave) da doença. Veja mais em <a target="_blank" href="https://goo.gl/SuFebF" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://goo.gl/SuFebF&amp;source=gmail&amp;ust=1517511473766000&amp;usg=AFQjCNHQupYI7kH1oITd2X8L3enVmphg5g">https://goo.gl/SuFebF</a>.</p>
<p style="font-weight: 400;">Esperamos que o ano de 2018 seja ainda mais produtivo cientificamente para a neurologia.</p></div>
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		<title>Neurologia: retrospectiva 2017 traz as novidades que podem impactar a prática médica</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/neurologia-retrospectiva-2017/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2018 22:09:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner">Dentre as principais <strong>novidades de 2017 nas áreas da Neurologia</strong> e que podem impactar a prática médica, destacamos as seguintes:</p>
<h4>Sobre AVC:</h4>
<p>No cuidado agudo dos casos de AVC, um <a href="https://pebmed.com.br/avc-trombectomia-em-ate-24h-melhora-desfecho-do-paciente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo recente apontou para benefícios em se realizar a trombectomia mecânica em alguns casos de início dos sintomas até 24h</a> (trial “DAWN”, multicêntrico, internacional). Este procedimento, aplicado em oclusão de algum grande vaso cerebral, atualmente é usado apenas numa janela de até cerca de 6-7 horas. O novo <em>trial</em> incluiu pacientes com “Wake-up stroke” (que percebem o AVC ao acordar) e os que chegavam muito tarde na emergência – com instalação de sintomas entre 6 a 24 horas -, com <em>mismatch</em> clínico-radiológico (muito déficit ao exame neurológico, mas sem muitas alterações na ressonância). Teve de ser interrompido por eficácia e ganhou editorial do <em>New England</em>.</p>
<p>Agora, o desafio é implementar protocolos e toda a logística para que este benefício de fato chegue aos paciente de rede pública e privada. Até porque este ano foi publicada a <a href="https://pebmed.com.br/trombectomia-mecanica-no-avc-hora-de-conhecer-diretrizes-brasileiras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Diretriz Brasileira de Trombectomia mecânica</a>.</p>
<p>Ainda na área das doenças cerebrovasculares, o <a href="https://pebmed.com.br/oclusao-de-forame-oval-pervio-fop-dilema-antigo-com-evidencias-novas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tão polêmico tema do forame oval patente (FOP)</a> foi objeto de três grandes estudos (“CLOSE”, “RESPECT” e “REDUCE”). Até agora não haviam evidências para o real benefício do fechamento de FOPs na prevenção secundária de AVCs; mas voltou a ganhar relevância a possível indicação deste procedimento em alguns casos. No entanto, isto ainda precisa ser confirmado para ser de fato incrementado na prática de modo regular.</p>
<h4>EPILEPSIA:</h4>
<p>Uma <a href="https://pebmed.com.br/ja-conhece-a-nova-classificacao-das-crises-convulsivas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nova classificação das crises convulsivas</a> procurou simplificar e esclarecer alguns termos. Algumas mudanças foram:</p>
<ul>
<li>Não se usa mais “parcial”, e sim “focal”</li>
<li>Em vez de “complexa” e “simples”, deve-se classificar as crises como “com comprometimento da consciência” ou “com consciência preservada”</li>
<li>Evita-se o termo “secundariamente generalizada”</li>
<li>Crise do tipo “grande mal” deve ser descrita como “generalizada tipo tônico-clônica” ou “crise de início focal para tônico-clônica generalizada”</li>
<li>Crise “pequeno mal” deve ser chamada “generalizada tipo ausência”</li>
</ul>
<h4>SONO:</h4>
<p>Uma <a href="https://pebmed.com.br/60-dos-brasileiros-dormem-entre-4-e-6-horas-por-dia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">pesquisa conduzida pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN)</a> trouxe alguns dados:</p>
<ul>
<li>A duração média de sono em nosso país é de 4h a 6h por dia.</li>
<li>65% dos entrevistados já apresentaram sonolência ao dirigir.</li>
<li>50% dos brasileiros já entrevistados teve que parar o veículo na estrada por causa do sono.</li>
</ul>
<p>Um estudo americano publicado este ano acompanhou mais de 1.700 pacientes por 16 anos e mostrou provável relação entre <a href="https://pebmed.com.br/dormir-pouco-pode-aumentar-o-risco-de-adoecimento-e-morte/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tempo de sono e maior risco de morte</a> no futuro por doenças cardiovasculares (por exemplo, infarto) e cerebrovasculares (AVC), além de problemas de memória e depressão.</p>
<p>Não só a quantidade de sono importa, mas também a qualidade: o estudo “Sleep characteristics and risk of dementia and Alzheimer’s disease” aplicou testes neuropsicológicos em mais de 1.000 pessoas com apneia do sono e mostrou que a <a href="https://pebmed.com.br/padrao-do-sono-e-risco-de-demencia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gravidade desta condição associou-se ao aumento do risco</a> tanto quadros demenciais como a doença de Alzheimer.</p>
<h4>ALZHEIMER:</h4>
<p>Uma metanálise sugeriu que <a href="https://pebmed.com.br/monoterapia-com-donepezila-vs-combinacao-com-memantina-qual-e-mais-eficaz-para-alzheimer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">donepezila associado a memantina pode ser mais eficaz</a> do que cada um isolado: houve benefício nos sintomas cognitivos (como perda de memória) e também nos sintomas comportamentais (como apatia).</p>
<h4>DOENÇAS NEUROMUSCULARES:</h4>
<p>No Brasil, a <a href="https://pebmed.com.br/anvisa-libera-medicamento-para-atrofia-muscular-espinhal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ANVISA liberou a medicação nusinersena para atrofia muscular espinhal (AME)</a>: atuando a nível genético, foi associado a melhora motora e de parâmetros respiratórios, embora ainda não haja tratamento curativo. A AME é uma patologia genética degenerativa que gera fraqueza e atrofia dos músculos, afetando também a respiração.</p>
<p><a href="https://pebmed.com.br/fda-aprova-medicamento-para-tratar-esclerose-lateral-amiotrofica-ela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sobre Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), o FDA aprovou um novo tratamento</a> para ensaio clínico realizado no Japão, no qual as pessoas que receberam o medicamento Edaravona apresentaram alguma melhora dos testes após 6 meses de avaliação. No entanto, o custo-benefício desta medicação ainda precisa ser melhor esclarecido.</p>
<p>Outra notícia importante foi sobre o <a href="https://pebmed.com.br/pregabalina-para-dor-cronica-lombar-por-ciatica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tratamento da lombociatalgia</a> com trial “PRECISE”, publicado em março deste ano e mostrou que a pregabalina foi semelhante ao placebo, evocando a necessidade de se eleger outros tratamentos para este tipo de dor neuropática.</p>
<p>Este ano foram publicadas <a href="https://pebmed.com.br/neuropatia-diabetica-diretriz-indica-prevencao-tratamento-e-manejo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">diretrizes para o acompanhamento de neuropatia diabética</a>, uma das principais causas de alterações de sensibilidade (parestesias, alteração da percepção da temperatura e outros quadros dolorosos). Além de diversas indicações, recomendou-se que todos os pacientes seja avaliados anualmente para esta condição neurológica.</p>
<h4>ESCLEROSE MÚLTIPLA (EM):</h4>
<p>Uma novidade sobre esta condição são os <a href="https://pebmed.com.br/novos-criterios-de-esclerose-multipla-saindo-do-forno/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novos critérios propostos em outubro no congresso europeu</a>: agora o exame do líquor será formalmente incluído como um dos itens do diagnóstico, caso revele a presença de bandas oligoclonais. A EM é uma das <a href="https://pebmed.com.br/esclerose-multipla-para-nao-neurologistas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">principais causas de incapacidade neurológica em jovens</a>, podendo gerar sintomas diversos (por exemplo, formigamentos, alterações visuais e desequilíbrio).</p>
<p>Foi aprovado pelo FDA a medicação ocrelizumab pelo FDA para casos de EM primariamente progressiva (forma mais grave). No Brasil, <a href="https://pebmed.com.br/esclerose-multipla-diretrizes-nacionais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novas medicações orais estão sendo incorporadas no protocolo de tratamento dispensado pelo SUS</a>.</p>
<p>Artigo publicado originalmente no <a href="https://pebmed.com.br/neurologia-retrospectiva-2017-traz-as-novidades-que-podem-impactar-a-pratica-medica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site pebmed.com.br</a></div>
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		<title>60% dos brasileiros dormem entre 4 e 6 horas por dia</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/60-dos-brasileiros-dormem-entre-4-e-6-horas-por-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2017 12:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
		<category><![CDATA[dirigir]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbios do sono]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade do sono]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2>60% dos brasileiros dormem entre 4 e 6 horas por dia</h2>
<p>A Associação Brasileira de Neurologia (ABN), com apoio da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CREMESP) e da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP), liberou dados de um levantamento sobre <strong>distúrbios do sono</strong> e e sua repercussão em casos de acidentes de trânsito.</p>
<p>Os resultados mostraram que mais da metade dos brasileiros não dorme o mínimo de horas necessárias e que a qualidade do sono é ruim. Veja abaixo os destaques do levantamento.</p>
<p>– Cerca de 60% das pessoas dormem entre 4 a 6 horas, menos do que gostariam, sendo que mais de 80% das pessoas gostariam de dormir mais de 7 horas.</p>
<p>– 75% das pessoas reconhecem que estão privadas de sono.</p>
<p>– Em média, os quase 500 participantes da pesquisa deram nota 6 para a qualidade do sono, 7 para o grau de alerta e 6 para a sensação de descanso, em uma escala de 0 a 10.</p>
<p>– 65% sentiram sono dirigindo na cidade e 68% na estrada.</p>
<p>– 16% dos participantes já se envolveram em acidente porque sentiram sono, podendo ser ainda maior esta porcentagem, já que é possível que não tenham relatado ocorrências mínimas.</p>
<p>– Apenas 10% não exibiram algum comportamento sugestivo de sonolência (bocejar, cantarolar, mascar chiclete, ligar o rádio).</p>
<p>– Cerca de 40% das pessoas já ziguezaguearam na estrada.</p>
<p>– Quase metade das pessoas já parou o veículo na estrada por causa do sono.</p>
<p>– Cerca de 75% dos participantes da pesquisa já tentaram reduzir o sono parando para tomar café.</p>
<p>– Cerca de 10% costumam dirigir com sono e 23% fazem isso pelo menos duas a três vezes por semana.</p>
<p>– Cerca de 61% das pessoas costumam dirigir no dia seguinte a uma péssima noite de sono.</p>
<p>– Mais da metade dos participantes conhece pelo menos uma pessoa que quase se acidentou por causa de sono e 39% conhecem pelo menos uma que efetivamente sofreu um acidente de trânsito por causa de sono.</p>
<p>– Dentre os 32 participantes (6,5%) que sofreram acidente de trânsito por causa de um problema de sono, a maioria era mulher e com mais de 40 anos de idade.</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<ul>
<li>Boletim ABN News. Uma publicação da Academia Brasileira de Neurologia | Ano 13 | Edição 2 | Mar/Abr 2017 | <a href="http://site1368802192.provisorio.ws/files/publicacoes/0000001-0000500/63/536094b125c7fc9a626b42785b4dad2f.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://site1368802192.provisorio.ws/files/publicacoes/0000001-0000500/63/536094b125c7fc9a626b42785b4dad2f.pdf</a></li>
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		<title>Quando se deve procurar um neurologista?</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/quando-se-deve-procurar-um-neurologista-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2017 17:35:32 +0000</pubDate>
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		<title>Tontura e cabeça &#8220;aérea&#8221;: 5 causas e suas soluções</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/tontura-e-cabeca-aerea-5-causas-e-suas-solucoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 23:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tontura e cabeça &#8220;aérea&#8221;: 5 causas e suas soluções Sentir-se ‘grogue’, com sensação de cabeça vazia ou um pouco fraco é uma queixa comum entre os adultos mais velhos. Em geral, as causas não representam risco à vida, mas, ainda assim, é preciso ter cuidado. De maneira geral, em caso de tonturas e fraquezas leves [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Tontura e cabeça &#8220;aérea&#8221;: 5 causas e suas soluções</h2>
<p>Sentir-se ‘grogue’, com sensação de cabeça vazia ou um pouco fraco é uma queixa comum entre os adultos mais velhos. Em geral, as causas não representam risco à vida, mas, ainda assim, é preciso ter cuidado.</p>
<p>De maneira geral, em caso de tonturas e fraquezas leves – principalmente quando uma pessoa já possui a tendência a sentir isso já há muito tempo &#8211; , uma dica é tomar um copo de água ou suco de laranja e deitar-se uns instantes. Se a tontura for muito intensa ou se houver outras sensações associadas – e, principalmente, se é algo muito novo, quando não se costuma sentir isso habitualmente – , deve-se procurar o médico desde o primeiro momento.</p>
<h2>Abaixo, listamos as principais causas e soluções comuns:</h2>
<p><strong>1) Desidratação:</strong> você pode ficar desidratado se estiver com muito calor, se não estiver comendo ou bebendo o suficiente, ou se estiver doente. Sem fluidos suficientes, o volume do seu sangue diminui, reduzindo a pressão arterial e impedindo seu cérebro de receber circulação adequada, causando tontura. Um copo de água pode resolver o problema, mas se você não comer ou beber muito por dias, vai demorar mais do que isso para re-hidratar seu corpo. Nesses casos, você pode precisar de uma infusão intravenosa de soro. Um médico pode verificar se você precisa de eletrólitos como potássio ou sódio.</p>
<p><strong>2) Efeitos colaterais do uso de medicamentos:</strong> às vezes, os medicamentos podem causar tonturas, especialmente aqueles que diminuem a pressão arterial ou fazem você urinar mais (os diuréticos são o grande exemplo disso). A solução pode ser tão simples como ajustar a dose ou tentar um remédio diferente.</p>
<p><strong><img decoding="async" class="size-full wp-image-4257 alignleft" src="http://drhenriquecal.com/wp-content/uploads/2020/03/medirPressao.jpg" alt="" width="241" height="160" />3) Queda repentina da pressão arterial:</strong> o sistema nervoso autônomo ajuda o corpo a regular a mudança de pressão arterial quando nos levantamos. À medida que envelhecemos, esse sistema pode se desajustar um pouco, causando uma queda temporária da pressão arterial quando levantamos – conhecida como hipotensão ortostática -, resultando em tontura. Este pode ser um problema a longo prazo, mas existem medicamentos para tratá-lo, como a midodrina e a fludrocortisona; isso também requer uma visita ao seu médico.</p>
<p><strong>4) Baixo teor de açúcar no sangue:</strong> quando você não tem açúcar suficiente no sangue, todo o sistema em seu corpo vai na reserva para usar o mínimo de energia possível, incluindo seu cérebro, fazendo você se sentir confuso ou com a sensação de cabeça vazia. Nesses casos, apenas um pouco de suco pode aliviar os sintomas, mas a solução ideal é controlar os níveis de açúcar no sangue, especialmente se você precisar de mais glicose (açúcar) na forma intravenosa.</p>
<p><strong>5) Ataque cardíaco e AVC:</strong> na sua forma mais séria, a sensação de cabeça vazia pode ser um sinal de arritmia cardíaca ou acidente vascular cerebral (AVC). Outros sintomas de questões cardiológicas que frequentemente acompanham essa a tontura são:  dor torácica, falta de ar, náuseas, dor no braço, dor nas costas ou dor no maxilar. Os sintomas que sugerem um AVC são o aparecimento repentino de dor de cabeça, dormência, fraqueza, mudanças visuais, dificuldade em andar ou fala arrastada. Em adultos mais velhos, a sensação de cabeça vazia pode ser o único sintoma de um quadro  cardíaco agudo ou AVC e o rápido atendimento médico é fundamental.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Você come na hora certa?</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/voce-come-na-hora-certa-veja-a-diretriz-da-aha-sobre-o-assunto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 22:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você come na hora certa? Dieta é uma palavra que sempre está na moda. Tradicionalmente associada a um padrão alimentar que levasse à redução de calorias ingeridas, modernamente ganhou contornos de “alimentação saudável”, deixando de ser apenas um tratamento não farmacológico das doenças para se tornar um estilo de vida. Uma diretriz recente da American [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Você come na hora certa?</span></h2>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Dieta</strong> é uma palavra que sempre está na moda. Tradicionalmente associada a um padrão alimentar que levasse à redução de calorias ingeridas, modernamente ganhou contornos de “alimentação saudável”, deixando de ser apenas um tratamento não farmacológico das doenças para se tornar um estilo de vida.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Uma <a href="http://circ.ahajournals.org/content/135/9/e96" target="_blank" rel="noopener noreferrer">diretriz recente da American Heart Association</a> percebeu que população está mudando de hábitos. Baseado em estudos epidemiológicos, o principal deles o <em>NHANES (National Health and Nutrition Examination Survey)</em>, constatou-se que as pessoas estão fazendo menos o padrão de três grandes refeições diárias – café + almoço + jantar – e mais lanchinhos ao longo do dia.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Pense você: no seu trabalho, quando bate aquela fome, tem uma fruta na sua bolsa ou você lancha um biscoito e um pão? Quantos de vocês não jantam à noite, só lancham? Um risco dessa conduta é que os genes que regulam a fome e a saciedade podem se adaptar ao nosso padrão alimentar e um hábito temporário virará rotina.</span></p>
<h2><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Estes são os principais pontos avaliados na diretriz:</span></h2>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Não tomar o café da manhã está associado com:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Piora na qualidade da alimentação. Além disso, você consome mais gordura e fica mais impulsivo na alimentação.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Maior risco de obesidade</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Aumento de colesterol LDL</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Hipertensão arterial e diabetes</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Maior risco de AVC e doença coronariana</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Dieta com jejum intermitente está associada com:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Está associado com redução do peso</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Há redução do colesterol LDL, pressão arterial e glicemia, mas não se sabe se pela dieta per se ou secundário à perda ponderal</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Aumento na frequência alimentar está associado com:</strong> (por exemplo, comer de 3/3 horas, exceto dormindo)</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Peso: os estudos são controversos, alguns mostrando ganho de peso, outros perda de peso. Isso porque depende do que você come de 3/3 horas…</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Em estudos observacionais está associado com menor LDL e menor risco de DM</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Mas isso não foi confirmado em ensaios clínicos. O problema é que a maior partes dos estudos de intervenção foi com amostra muito reduzida e pode ter havido falso negativo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Assaltar a geladeira de madrugada (late-night eating) está associado com:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Ganho de peso</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Síndrome metabólica</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">A grande conclusão é que comer de modo intervalado e regular ao longo do dia, distribuindo as calorias, pode ser tão importante quanto “o quê” se come em cada refeição. A próxima etapa é desenvolver estratégias de intervenção onde essas hipóteses possam ser testadas.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Mensagem final:</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 1. Distribua as calorias de modo mais homogêneo ao longo do dia</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 2. Reforce seu café da manhã</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 3. Não coma tarde da noite (“<em>Promote consistent overnight fast periods</em>”)</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 4. Um <em>snack</em> saudável pode ser uma boa entrada antes de uma refeição pesada, para não cair na gula de almoçar com muita fome</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 5. Comer em intervalos curtos também pode ajudar a não entrar nas refeições principais com muita fome</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 6. O jejum intermitente pode ajudar a perder peso</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">E aqui a dica pessoal:</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 7. Diga adeus à sobremesa! Se você se alimentou bem e está saciado, por que mais um doce no final?</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Fonte: <a href="http://pebmed.com.br/voce-come-na-hora-certa-veja-a-diretriz-da-aha-sobre-o-assunto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Pebmed</a>, Ronaldo Gismondis, cardiologista</span></p>
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		<item>
		<title>Pré-Alzheimer? O que preciso saber?</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/pre-alzheimer-o-que-preciso-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 00:16:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[problemas cognitivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pré-Alzheimer? O que preciso saber? Muitas pessoas com mais de 50 anos de idade podem notar alguma dificuldade de memória. Uns pensam “Será Alzheimer? Mas tão jovem assim?!”. Outros ponderam: “Deve ser apenas estresse e cansaço&#8230;” – os quais, de fato, levam a problemas cognitivos. Mas se a queixa for duradoura ou intensa, vale a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Pré-Alzheimer? O que preciso saber?</h2>
<p>Muitas pessoas com mais de 50 anos de idade podem notar alguma dificuldade de memória. Uns pensam “Será Alzheimer? Mas tão jovem assim?!”. Outros ponderam: “Deve ser apenas estresse e cansaço&#8230;” – os quais, de fato, levam a problemas cognitivos.</p>
<p>Mas se a queixa for duradoura ou intensa, vale a pena uma avaliação médica a fim de se investigar a possibilidade de um problema chamado Comprometimento Cognitivo Leve (CCL).</p>
<p>Esta condição médica recebe cada vez mais atenção, pois atinge até 20% das pessoas com mais de 65 anos.<br />
Trata-se de um déficit de memória, mas que também pode afetar outras áreas da cognição (habilidades verbais, concentração, cálculo etc.); no entanto, não chega a comprometer o dia-a-dia de modo significativo, como acontece no Alzheimer. A pessoa percebe que está diferente do habitual, mas é capaz de manter as suas atividades habituais.</p>
<h2>Não tão leve assim&#8230;</h2>
<p>O problema é que cerca de 10-15% dos casos podem evoluir para o Alzheimer a cada ano. Por outro lado, não é tão correto chamá-lo de “pré-Alzheimer” porque há outras causas possíveis: dependendo da pessoa, pode haver motivos inflamatórios, hormonais, degenerativos, infecciosos ou vasculares. Inclusive alguns medicamentos podem gerar uns sintomas sugestivos de CCL.</p>
<p>Ou seja, em alguns casos, ele pode ser um estágio de transição entre a cognição normal e um quadro demencial franco; mas em outras vezes, pode se tratar de uma causa completamente distinta.</p>
<p>Por isso, além de um exame médico minucioso, o neurologista deve avaliar a necessidade de completar a investigação com exames de sangue, ressonância magnética do cérebro, avaliação neuropsicológica ou outros instrumentos.</p>
<p>Se for bem analisado e dependendo da sua origem, o CCL pode ser atenuado ou mesmo revertido. Por exemplo, mesmo a depressão pode simular sintomas cognitivos semelhantes; e pode ser facilmente tratada com um período de antidepressivos ou psicoterapia.</p>
<h2><span style="font-family: Terminal, Monaco;">A boa notícia</span></h2>
<p>Uma vez identificada esta condição, podem ser instituídas uma série de medidas para evitar a sua progressão.<br />
Muitas delas incluem os mesmos itens que combatem o infarto do coração (cuidados com alimentação, atividade física e até com a qualidade do sono).</p>
<p>Quanto mais precoce o diagnóstico, melhor; afinal, mesmo que se trate de uma doença degenerativa, muitas pesquisas mostram que esta fase inicial é precisamente o “momento de ouro” para se atuar, quando muita coisa ainda pode ser feita!</p>
<p>Então, se há dúvidas, procure um neurologista de confiança, pergunte se há a real necessidade de usar algum remédio e peça orientações sobre mudanças de hábitos e possíveis atividades intelectuais que estimulem o bom funcionamento do cérebro.</p>
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		<title>‘Esse hospital é bom?’ Saiba como se manter bem informado</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/esse-hospital-e-bom/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2017 21:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>‘Esse hospital é bom?’ Saiba como se manter bem informado “Dr., esse hospital é bom?”, “Qual é o melhor laboratório para fazer esse exame?”, essas são dúvidas muito comuns e ter essas informações em mãos pode ser muito útil. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou recentemente os resultados do Programa de Qualificação dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>‘Esse hospital é bom?’ Saiba como se manter bem informado</h2>
<p>“Dr., esse hospital é bom?”, “Qual é o melhor laboratório para fazer esse exame?”, essas são dúvidas muito comuns e ter essas informações em mãos pode ser muito útil.</p>
<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou recentemente os resultados do Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços de Saúde (Qualiss). No site, é possível consultar hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais de saúde que atendem critérios importantes relacionados à qualidade assistencial.</p>
<p>Segundo comunicado oficial no site da ANS, essa é a primeira vez que a agência disponibiliza as informações completas de todos os prestadores que participam do programa, oferecendo subsídios para que os usuários possam escolher e comparar os serviços.</p>
<p>Para facilitar a pesquisa, é possível encontrar o prestador pelo nome, por tipo de estabelecimento (hospital, hospital-dia, clínica ou Serviço de Apoio à Diagnose e Terapia), estado ou município.</p>
<p>Os interessados também podem consultar os prestadores que possuem Núcleo de Segurança do Paciente cadastrado na ANVISA, taxas de proporção de readmissão hospitalar e hospitais-dia com taxa de retorno não planejado à sala de cirurgia, estabelecimentos que participam de projetos da ANS para indução da qualidade assistencial (Parto Adequado e Idoso Bem Cuidado) e profissionais de saúde que possuem titulação.</p>
<p><a href="http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/espaco-do-consumidor/qualidade-de-hospitais-clinicas-laboratorios-e-profissionais-de-saude" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> para acessar o site da ANS e consultar a qualidade de hospitais, clínicas e laboratórios!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/qualidade-da-saude/3858-beneficiarios-podem-consultar-no-site-da-ans-qualidade-dos-prestadores-de-servicos-de-saude" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/qualidade-da-saude/3858-beneficiarios-podem-consultar-no-site-da-ans-qualidade-dos-prestadores-de-servicos-de-saude</a></p>
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		<title>Melhore a sua memória</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/melhore-a-sua-memoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 22:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Melhore a sua memória</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Todos sentimos a memória fraca de vez em quando, não é mesmo?</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Felizmente, na maior parte dos casos não há uma doença de fato, principalmente nos que têm menos de 65 anos.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Muitas vezes o próprio ritmo de vida atrapalha o bom funcionamento do cérebro: por exemplo, excesso de informações, privação de sono, questões emocionais, sobrecarga de trabalho e cobranças diversas são alguns dos elementos típicos da nossa época que podem afetar a memorização adequada.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">E aí surgem os “brancos” e “lapsos” de memória que tanto constrangem e prejudicam o rendimento profissional.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Alguns casos demandam atenção médica para se avaliar possíveis diagnósticos subjacentes, como Alzheimer ou depressão.</span></p>
<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Dicas</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Para muitos, no entanto, algumas dicas cotidianas podem ser bem úteis, seja para melhorar a memória, seja para evitar a instalação de um problema sério:</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>1) Exercícios mentais:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O cérebro precisa ser exercitado, como se fosse um músculo senão atrofia. Quem se estimula com atividades intelectuais conserva mais a capacidade mental, a curto e longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Por isso, é preciso desafiar nosso cérebro: leituras, música, aprender um novo idioma ou dedicar-se a um hobby podem ajudar a tirar a mente da zona de conforto. Jogos de mesa, atividades artísticas e participar de grupos sociais também são um bom estímulo.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Outra ideia é fazer algumas coisas rotineiras de um modo alternativo, como variar o trajeto para o trabalho. Ao contrário, muita televisão pode prejudicar porque trata-se de atividade passiva.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>2) Uma coisa de cada vez:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Ainda que estejamos acostumados como o “multi-task”, a realidade é que fazer várias atividades e receber muitas informações ao mesmo tempo acaba aumentando as falhas de fixação da memória.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O melhor cenário é quando estamos concentrados em uma única tarefa mental de cada vez. Por isso, o indicado é focar na prioridade de cada momento.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>3) Ambiente sereno:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Características externas adequadas para uma boa memorização são o silêncio, a organização, climatização e iluminação apropriadas.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Interrupções frequentes atrapalham mesmo a mera formação da memória; logo, também a sua recordação depois fica comprometida.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Além disso, muitos meios tecnológicos (celular, iPad, computador etc.) de maneira constante também funcionam como elementos de distração dispersando as funções mentais.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Uma dica é programar alguns momentos de férias tecnológicas, como 30 min sem celular no trabalho. E enquanto se dedica a uma única tarefa, foque toda a sua atenção na mesma.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>4) Incrementar a inteligência emocional:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Ansiedade constante gera uma tensão mental, tirando o foco das informações mais importantes e dificultando a fixação e a recordação de memórias.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Por isso é importante desenvolver o bom manejo das próprias emoções, já que a depressão por si só pode gerar esquecimentos.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">E se estiver com sintomas como inquietação, tristeza e/ou desmotivação por um longo período, sugere-se uma avaliação médica para tratar estes distúrbios</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>5) Revisões:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Principalmente para quem estuda ou lida com outras atividades teóricas, é importante permitir que o cérebro tenha contato com as informações por uma segunda vez (de preferência, dentro das primeiras 24 h), pois tudo o que é revisto é considerado como relevante para a memória.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Também é interessante criar dicas mnemônicas (que são um conjunto de técnicas utilizadas para auxiliar o processo de memorização), para facilitar as revisões.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Algumas pessoas reservam alguns minutos ao longo do dia para recordar mentalmente consigo mesmo o que aconteceu (fatos, tarefas etc.); por exemplo, 2 minutos para fazer um balanço da tarde que passou.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>6) Nada se conseguirá sem descanso:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Um sono regular (quantidade e qualidade aceitáveis) é necessário para garantir a atenção para formar novas memórias e também para arrumar as memórias recentes.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O ideal é que o sono seja de fato à noite e tenha duração de 7-8 h; outro lembrete é evitar o uso de medicações para dormir, pois podem ser um dos motivos para concentração diminuída.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Outros descansos periódicos também devem ser preservados (como férias e lazer no fim de semana), pois a mudança de atividade ajuda a diminuir o estresse e traz imagens/vivências diferentes, o que ajuda a compreender e memorizar mais os fatos e as circunstâncias.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>7) Atividade física faz toda a diferença:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Exercícios regulares propiciam um perfil bioquímico cerebral que facilita a aprendizagem e a atenção, contribuindo para a formação de memórias adequadamente.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O estresse psicológico também é diminuído com um reajuste hormonal que acontece em quem pratica atividade física constantemente.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>8) Alimentação:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Além de hidratação abundante, as refeições leves são preferíveis, devendo ser evitados os alimentos pesados e em grande quantidade, que dificultam a digestão e direcionam o metabolismo corporal para o trato gastrointestinal, deixando o funcionamento cerebral mais letificado.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">No caso de idosos ou se o problema de memória for muito frequente ou em grande quantidade, ao ponto de atrapalhar o desempenho cotidiano de alguém, vale a pena sempre consultar um médico neurologista para orientações e eventuais investigações.</span></div>
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<p>O post <a href="https://www.drhenriquecal.com/melhore-a-sua-memoria/">Melhore a sua memória</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.drhenriquecal.com">Neurologista Dr.Henrique Cal</a>.</p>
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