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	<title>Arquivo de estresse - Neurologista Dr.Henrique Cal</title>
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	<title>Arquivo de estresse - Neurologista Dr.Henrique Cal</title>
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		<title>Pré-Alzheimer? O que preciso saber?</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/pre-alzheimer-o-que-preciso-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 00:16:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pré-Alzheimer? O que preciso saber? Muitas pessoas com mais de 50 anos de idade podem notar alguma dificuldade de memória. Uns pensam “Será Alzheimer? Mas tão jovem assim?!”. Outros ponderam: “Deve ser apenas estresse e cansaço&#8230;” – os quais, de fato, levam a problemas cognitivos. Mas se a queixa for duradoura ou intensa, vale a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Pré-Alzheimer? O que preciso saber?</h2>
<p>Muitas pessoas com mais de 50 anos de idade podem notar alguma dificuldade de memória. Uns pensam “Será Alzheimer? Mas tão jovem assim?!”. Outros ponderam: “Deve ser apenas estresse e cansaço&#8230;” – os quais, de fato, levam a problemas cognitivos.</p>
<p>Mas se a queixa for duradoura ou intensa, vale a pena uma avaliação médica a fim de se investigar a possibilidade de um problema chamado Comprometimento Cognitivo Leve (CCL).</p>
<p>Esta condição médica recebe cada vez mais atenção, pois atinge até 20% das pessoas com mais de 65 anos.<br />
Trata-se de um déficit de memória, mas que também pode afetar outras áreas da cognição (habilidades verbais, concentração, cálculo etc.); no entanto, não chega a comprometer o dia-a-dia de modo significativo, como acontece no Alzheimer. A pessoa percebe que está diferente do habitual, mas é capaz de manter as suas atividades habituais.</p>
<h2>Não tão leve assim&#8230;</h2>
<p>O problema é que cerca de 10-15% dos casos podem evoluir para o Alzheimer a cada ano. Por outro lado, não é tão correto chamá-lo de “pré-Alzheimer” porque há outras causas possíveis: dependendo da pessoa, pode haver motivos inflamatórios, hormonais, degenerativos, infecciosos ou vasculares. Inclusive alguns medicamentos podem gerar uns sintomas sugestivos de CCL.</p>
<p>Ou seja, em alguns casos, ele pode ser um estágio de transição entre a cognição normal e um quadro demencial franco; mas em outras vezes, pode se tratar de uma causa completamente distinta.</p>
<p>Por isso, além de um exame médico minucioso, o neurologista deve avaliar a necessidade de completar a investigação com exames de sangue, ressonância magnética do cérebro, avaliação neuropsicológica ou outros instrumentos.</p>
<p>Se for bem analisado e dependendo da sua origem, o CCL pode ser atenuado ou mesmo revertido. Por exemplo, mesmo a depressão pode simular sintomas cognitivos semelhantes; e pode ser facilmente tratada com um período de antidepressivos ou psicoterapia.</p>
<h2><span style="font-family: Terminal, Monaco;">A boa notícia</span></h2>
<p>Uma vez identificada esta condição, podem ser instituídas uma série de medidas para evitar a sua progressão.<br />
Muitas delas incluem os mesmos itens que combatem o infarto do coração (cuidados com alimentação, atividade física e até com a qualidade do sono).</p>
<p>Quanto mais precoce o diagnóstico, melhor; afinal, mesmo que se trate de uma doença degenerativa, muitas pesquisas mostram que esta fase inicial é precisamente o “momento de ouro” para se atuar, quando muita coisa ainda pode ser feita!</p>
<p>Então, se há dúvidas, procure um neurologista de confiança, pergunte se há a real necessidade de usar algum remédio e peça orientações sobre mudanças de hábitos e possíveis atividades intelectuais que estimulem o bom funcionamento do cérebro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dor de cabeça</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/dor-de-cabeca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2017 23:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[aneurisma]]></category>
		<category><![CDATA[cefaleia crônica diária]]></category>
		<category><![CDATA[cefaleia primária]]></category>
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		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dor de cabeça]]></category>
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		<category><![CDATA[estrutural do cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[meningite]]></category>
		<category><![CDATA[problema da visão]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dor de cabeça Muitas pessoas pensam que dor de cabeça deve ser tolerada. Muitas vezes, a dor é associada ao estresse, a um problema da visão ou a um alimento que “não fez bem”. Realmente, alguns destes fatores até podem influenciar quem costuma sentir dor. Mas quando, afinal, pode ser algo mais sério? Alguns tipos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Dor de cabeça</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Muitas pessoas pensam que dor de cabeça deve ser tolerada. Muitas vezes, a dor é associada ao estresse, a um problema da visão ou a um alimento que “não fez bem”.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Realmente, alguns destes fatores até podem influenciar quem costuma sentir dor. Mas quando, afinal, pode ser algo mais sério?</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Alguns tipos de dor de cabeça são causados por uma alteração estrutural do cérebro (cefaleias secundárias). São exemplos aquelas ocasionadas por tumor, aneurisma ou meningite.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Todavia, nestes casos, em geral há outros sintomas associados que geram preocupação é motivam buscar rapidamente um médico.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O problema mais comum é aquela “dorzinha” que não passa, que volta de vez em quando e que às vezes é mais forte e depois mais fraca. São as cefaleias primárias. As representantes mais comuns desta classe de cefaleias são a enxaqueca e a cefaleia tensional.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Em particular, a enxaqueca acomete 30 milhões de brasileiros (18% de todas as mulheres e 6% dos homens) e, apesar de não ser relacionada a um tumor ou um aneurisma, é considerada a sexta doença mais incapacitante do mundo pela OMS.</span></p>
<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">“É GRAVE, DOUTOR? ”</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Sempre quando a dor estiver atrapalhando a rotina, quer seja por sua frequência, quer seja pela intensidade ou outro sintoma associado, deve-se procurar um neurologista.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">É na consulta médica que se pode investigar os detalhes de cada tipo de dor e fazer o exame neurológico completo, esclarecendo, com isto, se há algum outro sintoma que não se tenha prestado atenção e que pode fazer toda a diferença.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Vale ressaltar que diferente do que muitos imaginam, não é todo caso de cefaleia que exige a realização de uma tomografia ou ressonância.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Alguns sinais de alerta podem ser bons indicadores da necessidade destes exames:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">“Sempre tive dor, mas agora houve uma mudança do padrão”</span></li>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">“Nunca tive dor de cabeça; começou só depois dos 60 anos”</span></li>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">“Estou tendo cefaleia junto com outros sintomas, como alteração visual, dormência/formigamento, tontura etc.”</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">“QUASE TODO DIA”</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Uma informação importante: se uma dor de cabeça simples for mal manejada, pode se transformar uma cefaleia crônica diária.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Isso significa que ocorre uma desregulação na área do cérebro responsável pela percepção da dor. Em geral, este padrão acontece por uso errôneo de analgésicos ou por um traumatismo na cabeça ou por cafeína em excesso ou mesmo pela concomitância com outras condições de saúde.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">A cefaleia crônica diária não é incomum. Trata-se da segunda causa mais frequente de visita ao consultório de neurologia. Pode ser diagnosticado com cefaleia crônica diária quem sente dor por pelo menos 15 dias no mês, num período mínimo de 3 meses.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Não se deve negligenciar esta condição, porque suas consequências são piora da qualidade de vida, depressão, ansiedade e perda de produtividade no trabalho ou escola.</span></p>
<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Para quem sofre de cefaleia diária, algumas dicas práticas são:</span></h2>
<ul>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Melhorias no estilo de vida ajudam para a maioria dos tipos de cefaleia: atividade física regular, dieta saudável, perda de peso, sono adequado, etc.</span></li>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Suspender o uso abusivo de remédios para a dor.</span></li>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Procurar um médico o quanto antes, para avaliar o início de um tratamento preventivo ou receber orientações sobre quais remédios devem ser evitados</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Então, fique atento: se você se identificou com alguma das situações acima, não fique em dúvida, procure um neurologista.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>Dr. Henrique Cal</strong></span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> Médico Neurologista</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> Fone: (21) 2131-1494</span></p>
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