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	<title>Arquivo de doença - Neurologista Dr.Henrique Cal</title>
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	<title>Arquivo de doença - Neurologista Dr.Henrique Cal</title>
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		<title>Você come na hora certa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 22:44:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você come na hora certa? Dieta é uma palavra que sempre está na moda. Tradicionalmente associada a um padrão alimentar que levasse à redução de calorias ingeridas, modernamente ganhou contornos de “alimentação saudável”, deixando de ser apenas um tratamento não farmacológico das doenças para se tornar um estilo de vida. Uma diretriz recente da American [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Você come na hora certa?</span></h2>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Dieta</strong> é uma palavra que sempre está na moda. Tradicionalmente associada a um padrão alimentar que levasse à redução de calorias ingeridas, modernamente ganhou contornos de “alimentação saudável”, deixando de ser apenas um tratamento não farmacológico das doenças para se tornar um estilo de vida.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Uma <a href="http://circ.ahajournals.org/content/135/9/e96" target="_blank" rel="noopener noreferrer">diretriz recente da American Heart Association</a> percebeu que população está mudando de hábitos. Baseado em estudos epidemiológicos, o principal deles o <em>NHANES (National Health and Nutrition Examination Survey)</em>, constatou-se que as pessoas estão fazendo menos o padrão de três grandes refeições diárias – café + almoço + jantar – e mais lanchinhos ao longo do dia.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Pense você: no seu trabalho, quando bate aquela fome, tem uma fruta na sua bolsa ou você lancha um biscoito e um pão? Quantos de vocês não jantam à noite, só lancham? Um risco dessa conduta é que os genes que regulam a fome e a saciedade podem se adaptar ao nosso padrão alimentar e um hábito temporário virará rotina.</span></p>
<h2><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Estes são os principais pontos avaliados na diretriz:</span></h2>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Não tomar o café da manhã está associado com:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Piora na qualidade da alimentação. Além disso, você consome mais gordura e fica mais impulsivo na alimentação.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Maior risco de obesidade</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Aumento de colesterol LDL</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Hipertensão arterial e diabetes</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Maior risco de AVC e doença coronariana</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Dieta com jejum intermitente está associada com:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Está associado com redução do peso</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Há redução do colesterol LDL, pressão arterial e glicemia, mas não se sabe se pela dieta per se ou secundário à perda ponderal</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Aumento na frequência alimentar está associado com:</strong> (por exemplo, comer de 3/3 horas, exceto dormindo)</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Peso: os estudos são controversos, alguns mostrando ganho de peso, outros perda de peso. Isso porque depende do que você come de 3/3 horas…</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Em estudos observacionais está associado com menor LDL e menor risco de DM</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Mas isso não foi confirmado em ensaios clínicos. O problema é que a maior partes dos estudos de intervenção foi com amostra muito reduzida e pode ter havido falso negativo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Assaltar a geladeira de madrugada (late-night eating) está associado com:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Ganho de peso</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">· Síndrome metabólica</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">A grande conclusão é que comer de modo intervalado e regular ao longo do dia, distribuindo as calorias, pode ser tão importante quanto “o quê” se come em cada refeição. A próxima etapa é desenvolver estratégias de intervenção onde essas hipóteses possam ser testadas.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Mensagem final:</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 1. Distribua as calorias de modo mais homogêneo ao longo do dia</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 2. Reforce seu café da manhã</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 3. Não coma tarde da noite (“<em>Promote consistent overnight fast periods</em>”)</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 4. Um <em>snack</em> saudável pode ser uma boa entrada antes de uma refeição pesada, para não cair na gula de almoçar com muita fome</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 5. Comer em intervalos curtos também pode ajudar a não entrar nas refeições principais com muita fome</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 6. O jejum intermitente pode ajudar a perder peso</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">E aqui a dica pessoal:</span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"> 7. Diga adeus à sobremesa! Se você se alimentou bem e está saciado, por que mais um doce no final?</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">Fonte: <a href="http://pebmed.com.br/voce-come-na-hora-certa-veja-a-diretriz-da-aha-sobre-o-assunto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Pebmed</a>, Ronaldo Gismondis, cardiologista</span></p>
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		<title>Melhore a sua memória</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/melhore-a-sua-memoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 22:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Melhore a sua memória</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Todos sentimos a memória fraca de vez em quando, não é mesmo?</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Felizmente, na maior parte dos casos não há uma doença de fato, principalmente nos que têm menos de 65 anos.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Muitas vezes o próprio ritmo de vida atrapalha o bom funcionamento do cérebro: por exemplo, excesso de informações, privação de sono, questões emocionais, sobrecarga de trabalho e cobranças diversas são alguns dos elementos típicos da nossa época que podem afetar a memorização adequada.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">E aí surgem os “brancos” e “lapsos” de memória que tanto constrangem e prejudicam o rendimento profissional.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Alguns casos demandam atenção médica para se avaliar possíveis diagnósticos subjacentes, como Alzheimer ou depressão.</span></p>
<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Dicas</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Para muitos, no entanto, algumas dicas cotidianas podem ser bem úteis, seja para melhorar a memória, seja para evitar a instalação de um problema sério:</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>1) Exercícios mentais:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O cérebro precisa ser exercitado, como se fosse um músculo senão atrofia. Quem se estimula com atividades intelectuais conserva mais a capacidade mental, a curto e longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Por isso, é preciso desafiar nosso cérebro: leituras, música, aprender um novo idioma ou dedicar-se a um hobby podem ajudar a tirar a mente da zona de conforto. Jogos de mesa, atividades artísticas e participar de grupos sociais também são um bom estímulo.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Outra ideia é fazer algumas coisas rotineiras de um modo alternativo, como variar o trajeto para o trabalho. Ao contrário, muita televisão pode prejudicar porque trata-se de atividade passiva.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>2) Uma coisa de cada vez:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Ainda que estejamos acostumados como o “multi-task”, a realidade é que fazer várias atividades e receber muitas informações ao mesmo tempo acaba aumentando as falhas de fixação da memória.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O melhor cenário é quando estamos concentrados em uma única tarefa mental de cada vez. Por isso, o indicado é focar na prioridade de cada momento.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>3) Ambiente sereno:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Características externas adequadas para uma boa memorização são o silêncio, a organização, climatização e iluminação apropriadas.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Interrupções frequentes atrapalham mesmo a mera formação da memória; logo, também a sua recordação depois fica comprometida.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Além disso, muitos meios tecnológicos (celular, iPad, computador etc.) de maneira constante também funcionam como elementos de distração dispersando as funções mentais.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Uma dica é programar alguns momentos de férias tecnológicas, como 30 min sem celular no trabalho. E enquanto se dedica a uma única tarefa, foque toda a sua atenção na mesma.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>4) Incrementar a inteligência emocional:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Ansiedade constante gera uma tensão mental, tirando o foco das informações mais importantes e dificultando a fixação e a recordação de memórias.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Por isso é importante desenvolver o bom manejo das próprias emoções, já que a depressão por si só pode gerar esquecimentos.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">E se estiver com sintomas como inquietação, tristeza e/ou desmotivação por um longo período, sugere-se uma avaliação médica para tratar estes distúrbios</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>5) Revisões:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Principalmente para quem estuda ou lida com outras atividades teóricas, é importante permitir que o cérebro tenha contato com as informações por uma segunda vez (de preferência, dentro das primeiras 24 h), pois tudo o que é revisto é considerado como relevante para a memória.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Também é interessante criar dicas mnemônicas (que são um conjunto de técnicas utilizadas para auxiliar o processo de memorização), para facilitar as revisões.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Algumas pessoas reservam alguns minutos ao longo do dia para recordar mentalmente consigo mesmo o que aconteceu (fatos, tarefas etc.); por exemplo, 2 minutos para fazer um balanço da tarde que passou.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>6) Nada se conseguirá sem descanso:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Um sono regular (quantidade e qualidade aceitáveis) é necessário para garantir a atenção para formar novas memórias e também para arrumar as memórias recentes.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O ideal é que o sono seja de fato à noite e tenha duração de 7-8 h; outro lembrete é evitar o uso de medicações para dormir, pois podem ser um dos motivos para concentração diminuída.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Outros descansos periódicos também devem ser preservados (como férias e lazer no fim de semana), pois a mudança de atividade ajuda a diminuir o estresse e traz imagens/vivências diferentes, o que ajuda a compreender e memorizar mais os fatos e as circunstâncias.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>7) Atividade física faz toda a diferença:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Exercícios regulares propiciam um perfil bioquímico cerebral que facilita a aprendizagem e a atenção, contribuindo para a formação de memórias adequadamente.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O estresse psicológico também é diminuído com um reajuste hormonal que acontece em quem pratica atividade física constantemente.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>8) Alimentação:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Além de hidratação abundante, as refeições leves são preferíveis, devendo ser evitados os alimentos pesados e em grande quantidade, que dificultam a digestão e direcionam o metabolismo corporal para o trato gastrointestinal, deixando o funcionamento cerebral mais letificado.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">No caso de idosos ou se o problema de memória for muito frequente ou em grande quantidade, ao ponto de atrapalhar o desempenho cotidiano de alguém, vale a pena sempre consultar um médico neurologista para orientações e eventuais investigações.</span></div>
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		<title>Esclerose Múltipla</title>
		<link>https://www.drhenriquecal.com/esclerose-multipla/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2017 23:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esclerose Múltipla Esclerose Múltipla (EM) é uma doença autoimune que afeta o cérebro e todo o sistema nervoso central, que ocorre tipicamente em jovens e pode ser incapacitante, se não for tratada adequadamente. Os sintomas desta doença variam de acordo com a área afetada e podem ir desde alterações quase imperceptíveis (com uma vida praticamente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Esclerose Múltipla</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Esclerose Múltipla (EM) é uma doença autoimune que afeta o cérebro e todo o sistema nervoso central, que ocorre tipicamente em jovens e pode ser incapacitante, se não for tratada adequadamente.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Os sintomas desta doença variam de acordo com a área afetada e podem ir desde alterações quase imperceptíveis (com uma vida praticamente normal) até formas mais graves da doença.</span></p>
<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Sintomas</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Dentre os sintomas mais típicos, estão:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">dormências/formigamento;</span></li>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">fraqueza de algum membro;</span></li>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">tonturas, desequilíbrio e alteração no caminhar;</span></li>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">visão borrada ou mesmo visão dupla;</span></li>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">sensações de choque;</span></li>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">fadiga excessiva;</span></li>
<li><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">dentre outros.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">A forma clássica da doença engloba períodos de exacerbação e remissão; isto é, alterações surgem aleatoriamente, após uma temporada de “adormecimento” da doença.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Numa outra forma, mais grave, tais sintomas podem não melhorar e haver acúmulo de déficits ao longo do tempo.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Ainda existe um grupo de pacientes que possui acometimento muito leve, quase não havendo episódios de exacerbação.</span></p>
<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Característica</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Outra característica é que estes pacientes podem ter maior sensibilidade ao calor, o que pode piorar ou agravar os sintomas da EM.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Este comportamento da doença é mais um motivo para um acompanhamento médico regular com o Neurologista, a fim de se atentar para eventuais pioras.</span></p>
<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Tratamento</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O tratamento evoluiu muito nos últimos anos: apesar de não haver cura, existem diversos medicamentos possíveis que abrandam a progressão da doença.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Estes fármacos possuem alto custo, mas felizmente são fornecidos pelo sistema público.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Mas antes de tratar, é importante que se faça o diagnóstico correto, pois diversas outras condições se assemelham à Esclerose Múltipla.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Assim, havendo alguma suspeita, é importante que se consulte um Neurologista Clínico que tenha experiência em lidar com a área da Neuroimunologia. Ele poderá solicitar os exames corretos e indicar as melhores orientações.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>Dr. Henrique Cal</strong></span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> Médico Neurologista</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> Fone: (21) 2131-1494</span></p>
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