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	<title>Arquivo de hipoativo - Neurologista Dr.Henrique Cal</title>
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		<title>Delirium / Alteração mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Henrique Cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2017 18:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alteração mental]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Confusão transitória pode acontecer com qualquer pessoa, principalmente durante internações hospitalares</span></h3>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Quem já teve familiares idosos internados, talvez conhece a cena: surge dificuldade de concentração, não compreende o que lhe dizem e pode até ver/ouvir coisas que não existem&#8230; Trata-se do “Delirium”, uma alteração transitória no funcionamento do cérebro que ocorre em 2/3 dos internados em <strong>CTI</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Alguns sintomas típicos são: inquietude ou comportamento diferente do usual, uso de palavras inadequadas, <strong>desorientação </strong>(não sabe onde está ou a hora aproximada), mudanças no ciclo do sono. Este quadro pode se desenvolver em horas ou dias.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">O risco maior para esses episódios é em pessoas que:</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">• Já possuíam algum problema de memória ou depressão</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> • Foram submetidas a cirurgia</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> • Idosos</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> • Já possuem alterações auditivas ou visuais</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> • Que estão passando por infecções ou dor severa</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">É importante ainda atentar para o Delirium hipoativo, um outro tipo em que o paciente fica mais quieto, parece triste e sonolento.</span></p>
<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">É PRECISO SE PREOCUPAR?</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">A boa notícia é que ele pode melhorar em dias ou semanas após. Ou seja, o Delirium é diferente de quadros demenciais (como a doença de Alzheimer), que são permanentes e progressivos. Por outro lado, pode <strong>piorar a memória</strong> em quem já possuía Alzheimer ou algum problema cognitivo.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Por isso, é preciso que o médico esteja atento para tratar os fatores que podem desencadear este quadro, bem como fazer avaliações para diferenciar de outras condições graves que parecem Delirium (como AVC, por exemplo).</span></p>
<h2><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">COMO AJUDAR?</span></h2>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Acompanhantes e familiares podem ajudar com medidas simples:</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">1) Lembrar sempre o paciente do dia e hora.</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> 2) Manter um ambiente tranquilo e ordenado.</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> 3) Fornecer óculos e aparelhos auditivos, se o paciente os usava antes.</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> 4) Trazer elementos da vida cotidiana, como fotos, objetos caseiros, visitas de pessoas queridas, músicas ou rograma de TV favoritos.</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> 5) Falar devagar e usar frases simples.</span><br />
<span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"> 6) Preservar o tempo de sono.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;">Essas medidas trazem conforto ao paciente, ajudam a equipe médica e muitas vezes funcionam melhor do que remédios.</span></p>
<p><span style="font-family: goudy-old-style-bold; font-size: 14pt;"><strong>Após a alta hospitalar</strong>, é possível seja indicado uma avaliação com o médico neurologista, a fim de garantir a melhor estabilidade do estado mental, com eventuais medicações ou orientações adequadas.</span></div>
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